O teu caminho.
A tua voz.
A tua liberdade.

Um processo profundo precisa de uma relação em que possas perguntar, escolher e dizer não. Conhece os compromissos que protegem a tua autonomia, a tua privacidade e o teu ritmo no Código Vital.

A confiança
começa na
relação.

Antes de uma técnica, existem objetivos compreendidos, papéis claros e espaço real para escolher ou parar.

O Código Vital é um método integrativo de desenvolvimento humano. A sua certificação não corresponde, por si só, a uma habilitação para diagnóstico, psicoterapia, avaliação médica ou tratamento de doença. Profissionais de áreas reguladas trabalham segundo as competências e regras da sua profissão.

A dimensão espiritual refere-se à procura de sentido, presença e ligação. Respeita as convicções de cada pessoa e não é usada para impor crenças ou substituir decisões livres e cuidados adequados.

Seis compromissos
que deves poder reconhecer.

01

Dignidade

Respeito pela tua história, cultura, identidade, convicções e circunstâncias, sem discriminação.

02

Autonomia

Definir objetivos, colocar limites, recusar propostas, interromper uma prática ou terminar o processo.

03

Informação

Compreender a finalidade, a forma de trabalho, os limites, os registos e o uso de dados. O consentimento é contínuo e pode ser retirado.

04

Competência

Acompanhamento dentro da formação demonstrada por quem facilita, com supervisão quando necessária.

05

Honestidade

Distinguir observações, interpretações e hipóteses, sem transformar uma leitura numa verdade sobre ti.

06

Segurança

Um ritmo responsável e encaminhamento qualificado quando a situação pede outro tipo de apoio.

Responsabilidade
em cada momento.

Antes de começar

Acordar objetivos, papéis, duração, honorários, cancelamento, contacto entre sessões e condições de término.

Durante o percurso

Adaptar o ritmo aos teus recursos e contexto. Nenhuma prática é imposta para ultrapassar uma recusa.

Ao interpretar

Usar perfis e instrumentos como pistas contextuais para reflexão, sem os tratar como rótulos, causas ou destinos.

Quando é preciso parar

Interromper ou limitar o trabalho quando faltam condições de segurança e procurar o apoio adequado à situação.

O que partilhas
merece cuidado.

Confiança não significa acesso ilimitado. Significa compreender o que é recolhido, para quê e quem lhe pode aceder.

Confidencialidade e registos

Os limites da confidencialidade são explicados antecipadamente. A recolha deve limitar-se ao necessário, com finalidade, acesso e prazo definidos segundo as regras aplicáveis.

Histórias, imagem e voz

O uso de testemunhos ou elementos identificáveis exige consentimento específico, livre e documentado.

Em grupos e organizações

Deve ficar claro quem contrata, quem participa, que informação pode ser devolvida e o que permanece confidencial.

Uma credencial.
Um âmbito
concreto.

A formação, a experiência, os preços e as condições devem ser comunicados de forma verificável.

Foundation corresponde a autoaplicação. Practitioner é o primeiro nível de aplicação a outras pessoas, dentro das qualificações de quem o utiliza. Uma certificação para facilitar o método não concede automaticamente autorização para o ensinar, sublicenciar ou criar derivados.

Se algo não
parecer certo.

Podes comunicar ao Instituto uma preocupação sobre a conduta de um facilitador, com os factos, datas e elementos relevantes.

A situação é analisada com discrição, direito de resposta e medidas proporcionais, sem substituir autoridades, ordens profissionais ou vias legais competentes. Evita enviar dados de terceiros que não sejam necessários.

Comunicar uma questão ética